DO SENTIDO DADO AOS PASSOS, AOS PASSOS QUE NOS CONSENTIMOS DAR... JAMAIS OS MESMOS DEPOIS DE TRILHAR O DESERTO BRANCO

30
Nov 06
Bangkok, Maio 2006

Recebi este texto através de email...

Aqui ficam algumas sugestões:

1. Em Novembro, devemos começar a preparar a casa para o novo ano que se aproxima. REMOÇÃO do que se tornou INÚTIL, está IMPERFEITO e provoca LEMBRANÇAS RUINS... Assim, devemos selecionar o que desejamos manter na nossa casa: roupas, calçados, CDs, livros, bijuterias, bonés, objectos diversos, fotos, etc.

2. É preciso mudar a "cara" da casa. Vários aspectos podem ser examinados: trocar quadros de lugar; renovar as fotos dos porta-retratos; modificar a arrumação dos móveis, por exemplo, trocar uma poltrona de lugar; pintar paredes que necessitem disso ou escolher uma parede para ganhar uma nova cor; e uma ação muito importante: renovar as plantas do interior da casa. Levar as actuais para a varanda ou o jardim, e decorar a sala com novas plantas. Se possível, pôr uma orquídea em algum ponto da sala. A orquídea é a flor mais positiva que existe.

3. Utilizar elementos decorativos próprios das Festas. E fruteiras com maçãs, laranjas, tangerinas, uvas, caquis; e pratos com frutas secas, como damasco, tâmaras, uvas-passas, etc. Tudo isso é símbolo de Prosperidade.

4. No Natal, cuidar para que a noite seja de paz, alegre, com a família e amigos reunidos para celebrar o nascimento de Cristo Jesus- porque este é o maior motivo para tanto festejos e, não, a distribuição de presentes... (para quem acredita, o que não é de todo o meu caso - FPG)

5. No Réveillon, muita alegria, mesa farta, casa totalmente ILUMINADA, portas e janelas ABERTAS, para que 2006 se despeça com festejos; e 2007 tenha as boas-vindas como a Esperança pede.

6. As roupas para 31 de Dezembro devem ter VERMELHO (tons que vão do rosa ao púrpura, passando pelo laranja, coral, vinho) ou AMARELO (do claro até ao dourado). Preferindo seguir a tradição do BRANCO, use acessórios num daqueles tons, ou seja, branco com dourado ou branco com vermelho.

7. Motivo dessas cores: 2007 será um ano regido pelos elementos FOGO e ÁGUA, cumprindo o Ciclo Destrutivo das Cores, ou seja, a ÁGUA apagando o FOGO, elemento que rege o Sucesso. Daí que o reconhecimento pessoal, social e profissional exigirá muito mais esforço no próximo ano. Então, o FOGO precisa ser reforçado a partir da noite de 31, e vermelho e amarelo são as cores do elemento FOGO.

8. Mas, além dessas dicas para a casa e as vestimentas, é FUNDAMENTAL que todos se preparem emocionalmente! Terminar o ano torcendo para 2007 chegue logo porque "2006 foi uma droga", porque "não consegui o que queria", porque "aconteceu isso ou aquilo" é terminar o ano de modo triste, negativo. E ninguém merece se sentir assim... Todos devem fazer um exercício positivo, para terminar 2006 com alegria, agradecendo as pequenas vitórias, as conquistas, os encontros e reencontros. O facto de estar vivo e com saúde é o suficiente para se festejar, não é mesmo? E, quem sabe das coisas, vai agradecer até as crises, porque, com elas, cresceram, se transformaram...

9. No dia 18 de fevereiro, começará o Ano do Porco (ou Javali). Um ano em que haverá muitas festas, reuniões, os amigos estarão sempre reunidos, mas haverá ilusão, muita ilusão... Será mais fácil se comportar com ingenuidade, o que provocará decepções. Então, o conselho é viva a vida, mas mantenha-se alerta. O lema é: "Nem tudo é como parece".

10. Do ponto de vista mundial, será um ano em que os conflitos serão maiores. O ano 2007 será FOGO YIN e os anos FOGO YIN são marcados pela violência nos conflitos mundiais. Por exemplo, foi num ano FOGO YIN que Hiroshima e Nagasaki receberam as bombas atômicas, e foi num ano com essa mesma característica que as torres gêmeas caíram sob um ataque terrorista. Daí que se pode prever algo no gênero em 2007. Que Deus tenha piedade dos justos e inocentes!

11. Como curiosidade, no dia primeiro de janeiro, não se pede nada emprestado nem se empresta. E não se toca em tesouras...

Tudo para preservar a Prosperidade e evitar dificuldades durante o ano!
publicado por fpg às 16:58


Em muitas das antigas civilizações os cristais eram utilizados como meio de cura e equilíbrio.
Na Índia, Grécia e Egipto, eram usados para potenciar remédios e auxiliar na prática da medicina, ajudando muitas pessoa a recuperarem a sua saúde e equlíbrio emocional e físico.
Isto porque os cristais amplificam as energias (por isso são usados até nas técnicas relacionadas com transmissões), para além de conterem na forma mais pura, as cores que são necessárias para nosso equilíbrio físico, biológico e espiritual. Os cristais são poderosas ferramentas que trazem, de modo natural, o equilíbrio para as partes físicas, psicológicas e espirituais dos seres humanos.
Eles representam o poder da natureza superior.
Podem ser usados em conjunto com outras terapias, tendo uma afinidade especial com a terapia de cores.
Todos nós temos energias e todos nós podemos transmiti-las para os outros ou absorvê-las, no campo que escolhemos. Os cristais ajudam-nos a fazê-lo, dimensionando-as e ampliando-as. Para que tal seja possível, teremos que limpá-los, energizá-los e programá-los periodicamente. Os cristais podem ser usados nas práticas de meditações e visualizações.
Podemos invocar a presença de um cristal através de nossos pensamentos, apenas imaginando sua cor. Eles aportam energia vibracional de alta frequência, amplificando-a e focalizando-a nas energias naturais do corpo e da mente. É importante saber que quando um cristal entra em contato com o corpo físico, ele absorve muitas energias negativas.
publicado por fpg às 16:41


Estou farta de parquímetros, principalmente dos de apenas duas horas, cuja intenção é instigar a caça fácil à multa. Sim, não venham com tretas!
Encherem ruas residenciais e de serviços, públicos e privados, com essas estúpidas máquinas, para apenas duas horas, tem, por certo, a intenção de encher os bolsos dos broncos e corruptos polícias e das companhias de parques.
Caso contrário, seriam colocados parquímetros com uma duração superior, que não obrigasse as pessoas a estarem com a preocupação de recarregar as máquinas, tendo para isso de (contra a lei) sair do local de trabalho a meio da manhã e da tarde.
Porque me refiro aos polícias como broncos e corruptos? Apenas para não usar uma linguagem mais forte.
Porque estão nas ruas sem fazer nada, à espera que o tempo expire para de imediato, prepotência do poder, aplicarem a multa cuja percentagem receberão.
E não deixa de ser curioso e questionável o facto de tantas vezes multarem os carros cujo parquímetro expirou, deixando impunes outros que em vez de na zona autorizada estão mesmo estacionados em local proíbido (a percentagem que lhes irá para o bolso não deve ser tão significativa nestes casos); ou o de fazerem "andolitá" tu levas e tu não... ou seja, por exemplo, na Rua do Volong, multarem todos os carros que ali estão (OK, já sabemos que é proíbido), abrindo uma excepção para o bonito Jaguar azul/cinza metalizado cujo dono provavelmente dá uns maravilhosos lai-si, não só em período de Ano Novo Chinês...
É este o espelho da administração que se quer transparente!
Lá me lembro outra vez d' "O Triunfo dos Porcos"!
publicado por fpg às 16:33

29
Nov 06


 

De vez em quando, quando sinto que aguentarei as várias dolorosas narrativas quase diariamente editadas no www.embuscadeumdono.blogsopt.com, lá vou lendo os apelos desesperados que os que gostam de animais, e em especial de cães, lá vão deixando.
Hoje fiquei siderada com o caso do Alex.
Onde é que as pessoas têm o coração, as emoções, os resquícios de solidariedade?
Como é que este e outros casos são possíveis num país que se quer de "gente civilizada"?
Já não falo dos que fizeram o mal, porque infelizmente proliferam por todo o lado, mas dos que ao longo de dois dias se mostraram insensíveis e incapazes de "dar uma mão" àquele pobre cão.
Se calhar teriam a mesma postura se de uma pessoa se tratasse...
E como é que as autoridades nada fizeram? Para que é que foram eleitos ou contratados?
Quantos Alex, animais e humanos, existirão todos os dias em Portugal?
Que raiva!
publicado por fpg às 16:18

28
Nov 06
Paço de Arcos, Setembro 2006

Um dos encantos das idas a Portugal são as doses de mimo que recebo das minhas sobrinhas, as invariáveis perguntas sobre "como estão os cães?", "porque é que quando aqui é dia em Macau já é noite?", "porque é que a tia não vem viver para ao pé de nós?"...
Desta vez tinha mais uma sobrinha à minha espera...
Ainda não me consegue dar mimos, apesar de ter começado a sorrir quando falava com ela; doce e calma, passou horas a dormir nos meus braços. Da próxima vez que a vir já vai estar a andar!
Com estes adoráveis pézinhos!
publicado por fpg às 21:39

Algures sobre a Penísula Ibérica, Setembro de 2006


No dia 7 de Setembro, enquanto um avião me levava a caminho de Portugal, foi esta a Lua que ao anoitecer brilhava sobre a Península Ibérica, dando uma luz especial ao meu regresso, temporário, a casa.

publicado por fpg às 21:37



Mais do que uma vez, em vários livros que li nos últimos anos, foi feita referência aos cátaros, considerados pela igreja católica uma seita herética.

Que aliás, como a tantos outros que punham as suas doutrina e desbundas gastronómicas, financeiras e sexuais em dúvida, os pios católicos trataram de exterminar; como dizem "lembra-te homem que és pó e que ao pó hás-de voltar" reduziram-nos a pó em imensas fogueiras, algumas das quais colectivas.

Ontem acabei de ler "O Tesouro de Montségur", da autoria de Nita Hughes, editado (mal revisto) pela Difel.

Apesar de ter um fim arranjado à pressa, tem a vantagem de nos dar a conhecer melhor a zona e o contexto histórico em que o movimento floresceu, se expandiu e foi exterminado.

Pena que não lhe tenham sido acrescentados mapas (da realidade do Séc. XIII e da actual) e uma lista de bibliografia consultada.

Resolvi saber mais e fui à Wikipedia.

É de lá o texto que se segue (trabalhado por mim) e que, tiveram a preocupação de ressalvar, não é imparcial:



O catarismo, do grego katharos, que significa puro, foi uma religião cristã da Idade Média surgida no Limousin (França) ao final do século XI, apresentada por alguns como um sincretismo cristão, gnóstico e maniqueísta, manifestado num extremo ascetismo. No entanto, os principais historiadores do catarismo actuais percebem este movimento como intrinsecamente cristão e relativamente independente de movimentos anteriores, derivando a sua concepção gnóstica do universo de uma leitura independente das Escrituras Sagradas, especialmente o Novo Testamento. Os cátaros concebiam a dualidade entre o espírito e a matéria, relacionados respectivamente com o bem e o mal absolutos.
Foram condenados pelo 4º Concílio de Latrão em 1215, pelo Papa Inocêncio III, e aniquilados por uma cruzada e pelas ações da Inquisição, tornada oficial em 1233.
Também chamados albigenses, rejeitavam os sacramentos católicos. Aqueles que recebiam o baptismo de espírito, consolamentum, eram às vezes denominados "perfeitos" (termo muitas vezes utilizado pelos seus inimigos, para menosprezá-los), mas preferiam ser chamados simplesmente de "bons cristãos", levavam uma vida de castidade e austeridade e podiam ser tanto homens quanto mulheres. Os crentes tinham obrigações menores; recebiam o consolamentum na hora da morte.
Apesar desta hierarquia, os cátaros não restringiam a experiência transcendental, e/ou divina (no caso, também gnóstica) aos mais graduados, mas a qualquer um que assim a desejasse e experimentasse.
Esst concepção sem hierarquia da espiritualidade foi considerada pela igreja católica uma ameaça para a fé e a unidade cristã, já que atraiu numerosos adeptos. Assim sendo, o catarismo foi considerado herético e contra ele foi estabelecida a Cruzada albigense (1209-1229). A cruzada teve parte de interesses políticos, já que as localidades onde se praticavam o catarismo (nota: esta religião era conhecida por sua tolerância religiosa ao passo que conviviam, nos mesmos reinados, judeus, pagãos, e até mesmo católicos) encontravam-se ligadas ao reino da França, porém independentes do mesmo.
No início do século XII, a Igreja católica presenciará a difusão da heresia dos cátaros ("Kataroi", puro em grego) ou albigenses (nome derivado da cidade de "Albi", na qual vivia um certo número de heréticos) que se propagará no território do Languedoc, sudoeste da França (da língua occitâna da região – “Língua do Oc”; Oc= ”Sim”, em oposição à “Langue d’Oui”, do norte da França). Esta região também se designava frequentemente por "Occitânia”, que advém das mesmas raízes linguísticas.
Antes de tudo, é conveniente ressaltar que o catarismo não pertence exclusivamente ao Languedoc, nem o Languedoc deve ser visto exclusivamente sobre o prisma do catarismo. Aderentes à doutrina cátara recebem diferentes nomes no país em que se inserem: Na Itália, eram conhecidos como “patarinos”, na Alemanha como “ketzers”; na Bulgária, como “bogomils”. Existiram cátaros na França, na Catalunha, na Itália, na Alemanha e, ao que parece, em Inglaterra.

Os cátaros acreditavam que o homem na sua origem havia sido um ser espiritual e para adquirir consciência e liberdade, precisaria de um corpo material, sendo necessário várias reencarnações para se libertar. Eram dualistas e acreditavam na existência de dois deuses, um do bem (Deus) e outro do mal (Satanás), que teria criado o mundo material e o mal. Não concebiam a ideia de inferno, pois no fim o deus do bem triunfaria sobre o deus do mal, e todos seriam salvos. Praticavam a abstinência de certos alimentos como a carne e tudo o que proviesse da procriação. Jejuavam antes do Natal, Páscoa e Pentecostes, nem matavam qualquer espécie animal; não prestavam juramento, base das relações feudais na sociedade medieval.
De facto, seguindo a doutrina evangélica apresentada no Sermão do Monte por Jesus, os cátaros negavam-se a seguir o sistema feudal de juramentos: "Ouvistes que foi dito aos antigos: Não jurarás falso, mas cumprirás para com o Senhor os teus juramentos. Eu, porém, vos digo que de maneira nenhuma jureis; nem pelo céu, porque é o trono de Deus; nem pela terra, porque é o escabelo de seus pés; nem por Jerusalém, porque é a cidade do grande Rei; nem jures pela tua cabeça, porque não podes tornar um só cabelo branco ou preto. Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; não, não; pois o que passa daí, vem do Maligno." (Mateus 5; 33-37) É bom lembrarmos que o sistema feudal se fundamentava nos juramentos de um homem a outro. A palavra empenhada era o documento que circulava. A negação do valor do juramento era algo grave na sociedade medieval.

Os cátaros organizaram uma igreja e seus membros estavam divididos em crentes, perfeitos e bispos. As pessoas tornavam-se perfeitas (homens bons) pelo "ritual do consolamentum" (esta cerimônia consistia na oração do Pai Nosso; reposição da veste, preta no início, depois azul, substituída por um cordão no tempo da perseguição. Tocava-se a cabeça do iniciante com o Evangelho de são João, e o ritual terminava com o beijo da paz). Os crentes podiam abandonar a comunidade quando quisessem, eram casados e podiam ter filhos. Dessa forma, poderiam levar uma vida agradável, obtendo o perdão e sendo salvos.
Durante o período das perseguições as igrejas cátaras foram destruídas, os ofícios religiosos eram realizados em cavernas, florestas e casas de crentes. A doutrina cátara foi aceite por contrariar alguns dogmas cristãos, principalmente no que se refere ao regresso à pobreza e ao retorno do cristianismo primitivo.
A partir de 1140, a Igreja começa a tomar medidas para combatê-la, sendo que no início tentava atrair os heréticos à fé católica por meio da pregação.
O catarismo foi condenado pelo Concílio Regional de Toulouse em 1119, mas até 1179, Roma se satisfazia apenas em enviar pregadores ao Languedoc. São Bernardo e São Domingos procuraram dissuadir a população através do diálogo, mas ao verificar seu fracasso, passaram a estimular a violência. Os dominicanos se mostrariam particularmente sanguinários na luta contra os cátaros. Em 1179, o Terceiro Concílio de Latrão pediu às autoridades civis para que interferissem.
Em 1208, os homens de Raimundo VI, Conde de Toulouse, foram acusados de assassinar o legado papal, Pedro de Castelnau, o que foi provavelmente uma armadilha. Inocêncio III decidiu pregar a Cruzada contra os Albigenses. Esta foi liderada por franceses do Norte sob o comando de Simão de Montfort, que se tornou poderoso na região. Um grande número de terras dos nobres da região passaram para Simão de Montfort, graças à sua competência militar e dedicação à causa católica. Sua actuação militar utilizava a violência e uma crueldade sem nenhuma piedade, o que lhe angariou muitos inimigos.
Os cátaros resistiram durante quatro anos (1200-1213). A sua última fortaleza, Montségur, caiu em 1244. Mas nem por isso o Catarismo desapareceu.
A tomada de Béziers (1209) foi um verdadeiro massacre. Era impossível discernir os Cátaros entre a população Católica da cidade. Conta-se que o legado papal, Arnold de Citeaux , teria dito na época: "Matem a todos. Deus saberá reconhecer os seus".
A maior parte das terras atingidas pela heresia pertencia à província de Narbona, e à região de Albi ligada à província de Bourges. O Languedoc foi anexado a França em 1229 pelo "Tratado de Meaux". O êxito da propagação da heresia nos bispados do Languedoc pode ser explicado pela situação política da região; independente do reino da França, as altas autoridades eram os grandes senhores feudais, o conde de Toulouse e o visconde de Béziers, ambos simpatizantes da heresia cátara.
Os cátaros, a exemplo dos primeiros cristãos, levavam uma vida ascética de alta espiritualidade, vivendo, na prática, um cristianismo puro, numa total auto-renúncia a tudo o que era deste mundo. Eram conhecidos como verdadeiros discípulos de Cristo, ao serviço do mundo e da humanidade, um verdadeiro exemplo de amor ao próximo. Os cátaros galgavam o caminho da transformação ou da transfiguração.


Estou a torcer por ti... Sabes disso.
Tem calma, respira fundo, despacha essa maldita cadeira!
Não te esqueças que esta viagem e este mês e meio vão ser o começo da tua/vossa nova vida.
Logo telefono-te.
Lambidelas da Mary e da Gaia... e dos outros todos!
publicado por fpg às 12:39


A 28 de Novembro de 1926 nasceu, em Cantanhede, o meu Pai.
Parabéns Pai!
Não posso estar aí mas, apesar disso, parte de mim vai estar na surpresa que te está reservada para a Casa das Palmeiras.
Os primos não te vão levar para a falada "festa só dos homens", mas quase todos vão lá estar contigo.
Divirtam-se muito e tirem as fotografias da praxe, para que eu possa viver à distância o que foi mais um dia de família.
E tu goza muito, tem cuidado contigo para que daqui a 10 anos, como a tia Luisa, possas estar a soprar 90 velas, rodeado por todos nós.
publicado por fpg às 11:03

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