DO SENTIDO DADO AOS PASSOS, AOS PASSOS QUE NOS CONSENTIMOS DAR... JAMAIS OS MESMOS DEPOIS DE TRILHAR O DESERTO BRANCO

15
Mar 06
Festival de Ura, Butão, Abril 2002

Nos últimos meses a minha vida andou aos altos e baixos. Com muita emoção e, também, com alegria, esperança, sonhos, muitos...
E depois com tristeza, desapontamento, incredulidade.
Durante esse tempo talvez tenha sonhado mais acordada do que a dormir, porque paz interior era, então, inviável...
Depois veio a fase em que até dormir era difícil, em que adormecer custava, em que o despertar repentino, sobressaltado, pouco tempo depois, era um desespero...
Porque ficava acordada até o dia nascer, mais um esvaziado de sentido... em que só me apetecia hibernar.
Queria poder abrir a cabeça e retirar algumas ideias fixas de que não me conseguia libertar e que como que me asfixiavam... era mesmo essa a sensação, de asfixia e de impotência por não ter forças para dar a volta.
Mas o tempo é um ajudante precioso... há que deixá-lo passar. Algum passou...
E eu voltei a sonhar! A sonhar a dormir!
Voltei a encontrar a paz interior que me permite ler e gozar o meu espaço, a minha casa, os meus cães, os meus projectos.
A vida tem de novo cores e os meus sonhos são a cores.
Há quem só consiga sonhar a preto e banco. Eu acho que sonho sempre a cores! Uma sorte! Talvez porque preciso de cor na minha vida.
Porque prefiro fotografias a cores, cores puras, misturadas, vertiginosas...

publicado por fpg às 10:50

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