DO SENTIDO DADO AOS PASSOS, AOS PASSOS QUE NOS CONSENTIMOS DAR... JAMAIS OS MESMOS DEPOIS DE TRILHAR O DESERTO BRANCO

05
Jan 07
Veneza, Setembro 2001



Felicidade é a certeza de que a nossa vida não se está a passar inutilmente.
Érico Veríssimo


Ultimamente tem havido imensos ratos aqui na zona. O bom sinal é que as cobras da Estrada da Aldeia estão hibernadas.
Mas os ratinhos são uns animais que, pese embora o problema da higiene, acho simpáticos.
Ainda por cima, os que começaram a invadir-me a arrecadação e a pôr os meus cães num reboliço, nem são muito grandes.
De vez em quando lá apareciam mortos na boca de um dos elementos da matilha.
A maior chatice foi que conseguiram entrar dentro de casa, na cozinha, e para além de desbaratarem tudo o que apanhavam a jeito deixavam caganitas em todo o lado.
E punham os cães histéricos às mais incríveis horas do dia e da noite. O Boris quase entrou em afonia de tanto ladrar.
Como se reproduzem imenso - cheguei a encontrar um ninho com três miniaturas que tentei pôr a salvo... - comecei a ver a minha vida a "andar para trás".
Mas não tenho coragem para comprar raticida, que também poderia ser convertido em canicida, por isso ontem resolvi pedir ajuda a quem deve tratar destas questões de sanidade pública; liguei para a linha aberta do IACM.
Coincidência, ou não (o mais provável), os simpáticos bichinhos começaram a desaparecer. Ainda bem!
Muitas vezes, quando vejo ratos, lembro-me da história do Gaiteiro de Hamlin e da frase "quem viver verá, este é o tal que os ratos matará".
Bem sei que a moral da história era outra...
publicado por fpg às 17:22

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