DO SENTIDO DADO AOS PASSOS, AOS PASSOS QUE NOS CONSENTIMOS DAR... JAMAIS OS MESMOS DEPOIS DE TRILHAR O DESERTO BRANCO

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Jan 07
publicado por fpg às 23:23

Hoje de manhã, li num jornal que uma motociclista morreu na Rua Sidónio Pais, no Sábado. Na sequência de uma manobra perigosa feita por ela própria, segundo testemunhas oculares.
O que é "prato do dia" nesta terra onde o trânsito está cada vez mais caótico. Muito por culpa dos motociclistas, que tentam enfiar-se à louca em tudo o que é buraco, e também por causa dos muitos condutores vindos do outro lado da fronteira (onde se sabe que a anarquia rodoviária impera e os acidentes se sucedem em catadupa), que cortam curvas e mudam de faixa sem fazer piscas, guiam como se estivessem a treinar para o grande prémio (mesmo os camiões TIR carregados de coisas para os casinos) e andam em sentido contrário. Sim! Na 6a. feira de manhã, uma ciclista circulava toda descontraída a caminho de Coloane, mas na via Coloane - Taipa...
Onde estão os polícias de trânsito? Parados ao pé dos parquímetros à espera que acabe o tempo... Sim, é muito mais rentável!
Infelizmente, a mulher deixou para trás uma família desolada.
E quando hoje à tarde passei na Sidónio Pais, e parei para ir a uma ATM, ouvi música.
Um bonzo oficiava em memória da vítima no local do acidente, rodeado de familiares alguns dos quais choravam de forma lancinante. Enquanto as pessoas que passavam a pé olhavam entre o impressionado e o intrigado porque muitas delas, estrangeiras, não percebiam o que estava a acontecer.
No chão pivetes e oferendas votivas fúnebres eram queimados, de acordo com a tradição, para que o espírito da morta, nesta nova fase, possa descansar em paz.
Também lho desejo.
publicado por fpg às 18:41

Yubeng, Abril 2006



A antiga felicidade murchou e morreu. Mas olha, a terra está coberta de verdura... frágil começo de uma vida nova e melhor.
Pam Brown

publicado por fpg às 11:49


Que saudades! Era um dos meus ídolos!
O que eu delirava a ver os episódios em que a irreverente miúda, sempre acompanhada do macaco Mr. Nilson e do cavalo às pintas, fazia tudo o que lhe dava na gana.
Talvez porque as diferenças entre nós assentassem mais no facto de eu não ser ruiva e não ter nem macaco, nem cavalo.
Certa vez, para não lhe ficar atrás, e porque os meus amigos diziam que eu não seria capaz de o fazer, resolvi esperar de pernas em cima da mesa que a minha professora da 1a. classe entrasse na sala de aulas.
Se a Pipi o fazia...
Por causa dessas e doutras, havia quem dissesse que eu era enchertada em corno de cabra.
publicado por fpg às 11:47

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