Perdi minha amiga em 1998, e como vc, ainda ouço o barulhinho das unhas no chão da casa.Lembro das brincadeiras, dos 15 anos de companherismo , dedicação que jamais terei de outro ser.
Sei que nunca mais a verei, mas sua lembrança está presente em minha alma.
marcia a 10 de Outubro de 2010 às 02:27

Assim como não há pessoas iguais, também n existem animais iguais.
Pq perdemos amigos e familiares, n devemos deixar de investir nos afectos q tanto sentido dão à vida.
Sei do q falo; a minha mãe morreu há pouco + de 4 meses.
Sinto-a falar c gde nostalgia da sua amiga...
Nunca + teve nenhum cão, Márcia?
Nada sei de si, mas uma coisa sei: tem amor p dar e há milhares de animais abandonados a morrerem tds os dias...
Tenho 15 em casa. Tds foram abandonados. 3 deles c 15 dias, ainda nem dentes tinham!
O Gaspar, qd o recebi, já tinha 12 anos.
De tds tenho recebido um afecto incondicional.
Tornam a minha vida incomparavelmente + bela e rica.
Pense nisso...
fpg a 14 de Fevereiro de 2011 às 05:55

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