DO SENTIDO DADO AOS PASSOS, AOS PASSOS QUE NOS CONSENTIMOS DAR... JAMAIS OS MESMOS DEPOIS DE TRILHAR O DESERTO BRANCO

05
Jun 08








Até a esta ópera nos foi possível assistir.
Apesar de não ser das minhas preferidas não resisti.
E valeu a pena, sobretudo pelo sítio.
Teve algo de mágico, de irreal, assitir ao anoitecer sentada naquele anfiteatro milenar...
Da Turandot?
Recordo muito pouco...
Estive sempre a flutuar no encantamento de estar ali, naquele sítio com aquele enquadramento, a imaginar quanto milhares de espectáculos ao longo de mais de dois milénios ali se desenrolaram...
E, ainda por cima, tinha a máquina nervosíssima no meu colo... mas não era permitido tirar fotografias, e eu por norma respeito as normas!
Mas eis que desato a ver flashs a dispararem de todas as direcções e máquinas e telefones portáteis e máquinas de filmar tudo em acção...
E as minhas lentes e a minha máquina fotográfica inconsoláveis, fechadas dentro do respectivo saco LowerPro.
Não!
Ou há moralidade ou disparam todas; e ainda por cima as minhas até conseguiam fazer tudo sem flash!
Ora pois, aqui está a recordação!
Uma noite que foi tão especial que por coincidência, entre tantos milhares de pessoas, ficou ao nosso lado um casal brasileiro - a Sónia e o Walter - que adorei conhecer.


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