DO SENTIDO DADO AOS PASSOS, AOS PASSOS QUE NOS CONSENTIMOS DAR... JAMAIS OS MESMOS DEPOIS DE TRILHAR O DESERTO BRANCO

26
Fev 07
Everest, Tibet, Outubro 2004
publicado por fpg às 11:27

22
Fev 07
Luang Prabang, Laos, Dezembro 2003

Não é que eles não possam ver a solução. É que eles não conseguem ver o problema.
Gilbert Chesterton

20
Fev 07
Dali, Março 2006

 
publicado por fpg às 15:45

Laos, Dezembro 2003
 

A felicidade é muito mais rara por culpa dos homens, do que por culpa das coisas.
Paolo Mantegazza


18
Fev 07
Laos, Dezembro 2003
 
Se a chama que está dentro de ti se apagar, as almas que estão ao teu lado morrerão de frio.
François Mauriac

17
Fev 07
Laos, Dezembro 2003
publicado por fpg às 22:05

16
Fev 07
Angkor Wat, Cambodja, Agosto 1999
A artificialidade é a maneira de gozar a naturalidade. O que gozei destes campos vastos, gozei-o porque aqui não vivo. Não sente a liberdade quem nunca viveu constrangido.
Fernando Pessoa

Tibet, Outubro 2004
publicado por fpg às 17:09

14
Fev 07
Tibet, Outubro 2004

 
publicado por fpg às 13:03

Coloane, 2006



O mundo não é lugar para cobardes. Todos devemos estar prontos para, de algum modo, penar, sofrer, morrer. E o teu lugar não é menos importante só porque nenhum tambor bate por ti quando sais para os teus campos de batalha quotidianos, nem nenhuma multidão te aclama quando voltas das tuas vitórias ou derrotas quotidianas.
Robert Louis Stevenson


13
Fev 07
Tibet, Outubro 2004

 
publicado por fpg às 15:28

Laos, Dezembro 2003

Os homens que não deixam atrás de si quaisquer grandes obras, mas uma série de pequenos actos de bondade, não desbarataram as suas vidas.
Charlotte Gray
publicado por fpg às 15:24

12
Fev 07
Coloane, 2004



O leme da natureza humana é o alvedrio; o piloto é a razão; mas quão poucas vezes obedecem à razão os ímpetos do alvedrio?
Pe. António Vieira


11
Fev 07
Lijiang, Abril 2006



 

Menos fumadores, mais pessoas a nunca terem experimentado e mais gente a deixar o tabaco. Em três anos, foi esta a evolução ocorrida na generalidade dos países da União Europeia, incluindo Portugal. Os dados foram divulgados ontem e resultam de um inquérito realizado entre Setembro e Dezembro de 2005 no espaço comunitário.
Três anos depois do último eurobarómetro sobre a atitude dos europeus em relação ao tabaco, em 2002, os números revelam que a percentagem de fumadores na Europa a 15 caiu de forma significativa: passou de 33 por cento para 26 por cento. O valor registado em Portugal é semelhante (27 por cento), ainda que corresponda a uma diminuição menos significativa: dois pontos percentuais entre 2005 e 2002.
A nível europeu, registou-se uma quebra superior a 20 por cento no universo dos fumadores. Reino Unido, França e Espanha são os países onde o consumo mais caiu.
Nestas estatísticas, conhecidas no dia em que a Comissão lançou o debate sobre o combate ao consumo de tabaco, Portugal destaca-se num outro indicador. Na lista dos 27 Estados-membros da UE e ainda Croácia e Turquia, os países onde foram feitos os inquéritos, os portugueses são os que mais dizem nunca ter fumado: 58 por cento. Em 2002 eram 56 por cento.
Esta evolução registou-se, aliás, na generalidade dos países europeus. Ainda que nalguns Estados, como por exemplo na Dinamarca, os que responderam nunca ter consumido tabaco continuem em minoria (apenas um em cada três).
O inquérito conduzido sob a alçada da Direcção-Geral de Saúde e Defesa do Consumidor revela ainda que, em relação 2002, o número de ex-fumadores aumentou na maioria dos países (em média três pontos percentuais). Mas Portugal é um dos que contrariam essa evolução.
Se, em 2002, 14 por cento afirmaram tê-lo feito, três anos depois a percentagem desceu para os 13 por cento. Já na Holanda ou na Dinamarca, o valor aumentou para os 30 e os 27 por cento, respectivamente. Foi sobretudo entre as mulheres e os jovens que a redução foi globalmente mais significativa.

Dezoito cigarros por dia
A Comissão tentou ainda perceber com que frequência e intensidade os europeus fumavam. E concluiu que os cidadãos da UE são sobretudo fumadores regulares e que, em média, consumem 14,9 cigarros por dia (dados relativos à UE a 25, antes do alargamento).
Os portugueses parecem ser mais viciados - fumam em média 18 cigarros por dia -, número que se agravou ligeiramente em relação a 2002. Mas ninguém bate os gregos, que consomem em média mais de um maço de tabaco por dia.
Sobre os locais onde é habitual fumar, o inquérito revela que quatro em cada cinco dos inquiridos fazem-no em casa e pouco mais de metade (54 por cento na UE) no carro. O comportamento do fumador português afasta-se aqui um pouco da média da UE e são bastante menos os que acendem um cigarro em casa e muito mais os que o fazem no carro.
Mas o comportamento dos europeus muda, por exemplo, se ao seu lado tiverem um não fumador, revelando alguma consideração por quem não tem o vício.
Ainda assim, o inquérito também mostra que a maioria dos cidadãos europeus declara que nunca ou raramente se sente incomodado pelo fumo dos outros no seu dia-a-dia. É sobretudo na faixa etária entre os 15 e os 24 anos que a aversão ao tabaco é mais pronunciada.
Somadas as respostas "nunca" ou só "às vezes" pede a um fumador para não fumar na sua presença, constata-se que em todos os países existe uma "clara maioria de pessoas que não reage, ou só em certa medida, demonstrando alguma tolerância em relação aos fumadores".
Os aspectos desagradáveis associados ao tabaco, como o cheiro que fica nas roupas e no cabelo, são os mais referidos por quem se sente incomodado. Mais até do que as preocupações relacionadas com a saúde.
Isabel Leiria
POL nº 6153 Quarta, 31 de Janeiro de 2007

Luang Prabang, Dezembro 2003
publicado por fpg às 21:02

Luang Prabang, Dezembro 2003


Só os grandes sábios e os grandes ignorantes é que são imutáveis.

publicado por fpg às 20:49

10
Fev 07
Luang Prabang, Dezembro 2003
publicado por fpg às 08:47

Luang Prabang, Dezembro 2003


O bom proceder consiste em sermos em tudo sinceros e conformarmos a alma com a vontade universal, isto é, fazer aos outros aquilo que desejamos que nos façam.


09
Fev 07
Tibet, Outubro 2004

 
publicado por fpg às 17:36

Tibet, Outubro 2004



Não há atalhos fáceis para qualquer sítio digno de ser visitado.
Beverly Sills

publicado por fpg às 17:32

08
Fev 07
Yubeng, Abril 2006
publicado por fpg às 13:15

Macau, Maio 2006



As nossas vidas são como o movimento do Sol. Na hora mais escura há a promessa da luz do dia.
Editorial do Times, 24/12/84

publicado por fpg às 13:08

07
Fev 07
Yubeng, Abril 2006

A compreensão, e a acção dela resultante e por ela orientada, é a única arma contra o bombardeamento do mundo, o único remédio, o único instrumento com que podem ser formadas, ou quase formadas, a liberdade, a saúde e a alegria no indivíduo e na espécie humana.
James Agee
publicado por fpg às 12:45

Laos, Dezembro 2003
 
publicado por fpg às 12:37

06
Fev 07
Dali, Março 2006

 
publicado por fpg às 17:47

Zhongdien, Abril 2006



Se foste tão longe que não consegues dar mais um passo, então fizeste metade do caminho que és capaz de andar.
Provérbio da Gronelândia


05
Fev 07
Zhongdien, Abril 2006



Se nunca sentiste a alegria de fazer uma boa acção, foste muito negligente, sobretudo para ti mesmo.
A. Neilen


04
Fev 07
Dali, Março 2006
publicado por fpg às 20:40

Aldeia Bai, Março 2006


Transportai um punhado de terra todos os dias e fareis uma montanha.


03
Fev 07
Tibet, Setembro 2004


Deixa o carácter ser formado pela poesia, fixado pelas leis do bom comportamento e aperfeiçoado pela música.

publicado por fpg às 13:25

Dali, Março 2006
publicado por fpg às 13:24

02
Fev 07
Coloane, 2003

 
publicado por fpg às 12:08

Macau, 2003



Um dia, depois de termos dominado os ventos, as ondas, as marés e a gravidade, aproveitaremos as energias do Amor. Então, pela segunda vez na História do Mundo, o Homem descobrirá o Fogo.
Pierre Teilhard de Chardin (1881-1955)


01
Fev 07
Veneza, Setembro 2001

A esperança
tem penas
e empoleira-se na alma
a cantar a melodia
mas sem dizer as palavras,
e o canto nunca pára...
Emily Dickinson

Zhongdien, Abril 2006

Misóginos tacanhos!
publicado por fpg às 12:36

31
Jan 07
Luang Prabang, Dezembro 2003

Todas as coisas possuem beleza mas nem todos a vêm.
publicado por fpg às 21:53

Luang Prabang, Dezembro 2003

publicado por fpg às 21:48

30
Jan 07
Macau, Junho 2006



A felicidade consiste em dá-la.
Christopher Hoare


Shaxi, Abril 2006

 
publicado por fpg às 17:28

26
Jan 07
Capadócia, Agosto 2001



Podes ultrapassar toda a negatividade se perceberes que todo o poder que ela tem sobre ti consiste em acreditares nela.
Mal sintas dentro de ti esta verdade ficas livre.
Eileen Caddy


Luang Prabang, Dezembro 2002

 
publicado por fpg às 12:33

25
Jan 07
Dali, Março 2006
 
Não são as ervas daninhas que matam a boa semente mas sim a negligência do camponês.
publicado por fpg às 18:49

23
Jan 07
Deqin, Abril 2006

 
publicado por fpg às 17:25

Yubeng, Abril 2006



O êxito parece muito ser uma questão de aguentar depois dos outros terem desistido.
William Feather


21
Jan 07
Macau, Julho 2004
publicado por fpg às 19:24

20
Jan 07
Macau, Abril 2006

 
publicado por fpg às 21:13

Lijiang, Abril 2006

 
 
Amar é arriscar-se a não ser retribuído no amor.
Ter esperança é arriscar-se à desilusão.
Mas deve correr-se riscos, porque o maior risco da vida é nada arriscar.
A pessoa que nada arrisca nada faz, nada vê, nada tem e nada é.
É incapaz de saber, de sentir, de mudar, de crescer, de amar e de viver.
publicado por fpg às 21:13

19
Jan 07
Macau, Maio 2006
 
publicado por fpg às 11:38

Tibet, Setembro 2004

 
Até que o Sol brilhe, acendamos uma vela na escuridão.

 
 
publicado por fpg às 11:05

18
Jan 07
Yunnan, Abril 2006
publicado por fpg às 15:09

17
Jan 07
Tibet, Outubro 2004
publicado por fpg às 22:53

15
Jan 07
Yubeng, Abril 2006



A antiga felicidade murchou e morreu. Mas olha, a terra está coberta de verdura... frágil começo de uma vida nova e melhor.
Pam Brown

publicado por fpg às 11:49

09
Jan 07
Tibet, Outubro 2004

O nosso caminho não é de relva suave, é um trilho de montanha pejado de muitas pedras.
Mas segue em frente, para cima, rumo ao Sol.
E encontrarás a serenidade.

Ruth Westheimer


07
Jan 07
Coloane, 2001



Idealismo é a capacidade de ver as pessoas como poderiam ser se elas não fossem como são.
Kurt Goetz

publicado por fpg às 12:16

05
Jan 07
Veneza, Setembro 2001



Felicidade é a certeza de que a nossa vida não se está a passar inutilmente.
Érico Veríssimo


04
Jan 07
Campo-base do Everest, Tibet, Outubro de 2004

Sejam quais forem os desafios da vida que tenhas de enfrentar, lembra-te sempre de olhar para o alto da montanha, pois estarás assim olhando a grandeza. Lembra-te disso e não deixes que qualquer problema, por insolúvel que pareça te desencoraje, nem deixes que nada mais baixo que o alto da montanha te distraia.
Alfonso Ortiz, n. 1939

 

03
Jan 07
Perto de Dali, Março 2006



Já não quero saber das grandes coisas e dos grandes planos, das grandes instituições e do grande êxito. Prefiro essas pequeninas, invisíveis forças do amor humano que actuam de pessoa para pessoa, que rompem pelas fendas do mundo como finíssimas raízes ou minúsculas gotas de água que, se lhes derem tempo, farão em pedaços os mais pesados monumentos do orgulho.
William James (1842 - 1910)


02
Jan 07
Yubeng, Abril 2006



 

Não corras,
Não te aflijas.
Só estás aqui de passagem
E é curta a tua visita.
O importante é parar
e cheirar as flores.
Walter Hagen

01
Jan 07
Tibet, Outubro 2006

A cada segundo começa para nós uma vida nova.
Alegremente, sigamos para a frente ao seu encontro.
Temos de nos apressar, quer queiramos ou não, e caminharemos melhor olhando em frente do que lançando os olhos sempre para trás.
Jerome K. Jerome (1859 - 1927)
publicado por fpg às 19:47

29
Dez 06
Veneza, Setembro 2001

Aprende com o passado.
Não chegues ao fim da vida só para descobrires que não viveste.
Muita gente, quando chega a sua hora de abandonar a terra, olha para trás e vislumbra a alegria e a beleza que não teve porque os medos em que viveu lhe impediram.
Clearwater
publicado por fpg às 21:35

19
Dez 06
Tibet, Outubro 2004



Porque eu sou
do tamanho do que vejo
e não do tamanho
da minha altura.
Alberto Caeiro

publicado por fpg às 16:33

Yubeng, Abril 2006

Gostaria que neste Natal, em comparação com o que passou, e com os que antes dele passaram, fossem muito menos os seres de todas as espécies que sofrem por esse mundo fora, que alguns homens teimam ser só seu.
Gostaria que este meu desejo não fosse, apenas, um utópico sonho.
publicado por fpg às 15:49

13
Dez 06
Yubeng, Abril 2006


Para quando o verdadeiro empenhamento dos Estados?


 



DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A - No 86 - 13-4-1993
 


CONVENÇÃO EUROPEIA PARA A PROTECÇÃODOS ANIMAIS DE COMPANHIA
 

 
PREÂMBULO
Os Estados membros do Conselho da Europa, signatários da presente Convenção: Considerando que o objectivo do Conselho da Europa é conseguir uma união mais estreita entre os seus membros;Reconhecendo que o homem tem uma obrigação moral de respeitar todas as criaturas vivas e tendo presentes os laços particulares existentes entre o homem e os animais de companhia; Considerando a importância dos animais de companhia em virtude da sua contribuição para a qualidade de vida e, por conseguinte, o seu valor para a sociedade; Considerando as dificuldades resultantes da grande variedade de animais que o homem possui; Considerando os riscos inerentes ao superpovoamento animal para a higiene, a saúde e a segurança do homem e dos outros animais; Considerando que a posse de espécimes da fauna selvagem, enquanto animais de companhia, não deve ser encorajada; Conscientes das diferentes condições que regulamentam a aquisição, a posse, a criação a título comercial ou não, a cessão e o comércio de animais de companhia; Conscientes de que as condições de posse dos animais de companhia nem sempre permitem promover a sua saúde e bem-estar; Verificando que as atitudes relativamente aos animais de companhia variam consideravelmente, por vezes devido à falta de conhecimentos ou de consciência; Considerando que uma atitude e uma prática fundamentais comuns tendentes a uma conduta responsável por parte dos proprietários de animais de companhia são não só um objectivo desejável mas também realista; acordaram no seguinte:
 

 
CAPÍTULO I

 
Disposições gerais

 
Artigo 1º

 
Definições
1 - Entende-se por animal de companhia qualquer animal possuído ou destinado a ser possuído pelo homem, designadamente em sua casa, para seu entretenimento e enquanto companhia. 2 - Entende-se por comércio de animais de companhia o conjunto de transacções praticadas de forma regular, em quantidades substanciais e com fins lucrativos, implicando a transferência da propriedade desses animais. 3 - Entende-se por criação e manutenção de animais de companhia, a título comercial, a criação e a manutenção praticadas principalmente com fins lucrativos e em quantidades substanciais. 4 - Entende-se por abrigo para animais um estabelecimento com fins não lucrativos onde os animais de companhia podem ser mantidos em número substancial. Sempre que a legislação nacional e ou medidas administrativas o permitam, um tal estabelecimento pode acolher animais vadios. 5 - Entende-se por animal vadio qualquer animal de companhia que não tenha lar ou que se encontre fora dos limites do lar do seu proprietário ou detentor e não esteja sob o controlo ou vigilância directa de qualquer proprietário ou detentor. 6 - Entende-se por autoridade competente a autoridade designada pelo Estado membro.
 

 
Artigo 2º

 
Campo de aplicação e execução
1 - As Partes comprometem-se a tomar as medidas necessárias para pôr em execução as disposições da presente Convenção no que se refere:
a) Aos animais de companhia possuídos por uma pessoa singular ou colectiva em qualquer lar, em qualquer estabelecimento que se dedique ao comércio ou à criação e manutenção a título comercial desses animais, bem como em qualquer abrigo para animais; b) Se for o caso, aos animais vadios.
2 - Nenhuma disposição da presente Convenção prejudica a execução de outros instrumentos para a protecção dos animais ou para a preservação das espécies selvagens ameaçados. 3 - Nenhuma disposição da presente Convenção prejudica a faculdade das Partes de adoptar normas mais rígidas para assegurar a protecção dos animais de companhia ou de aplicar as disposições que se seguem a categorias de animais que não são expressamente mencionadas no presente instrumento.
 

 
CAPÍTULO II

 
Princípios para a posse de animais de companhia

 
 

 
Artigo 3º

 
Princípios fundamentais para o bem-estar dos animais
1 - Ninguém deve inutilmente causar dor, sofrimento ou angústia a um animal de companhia. 2 - Ninguém deve abandonar um animal de companhia.
 

 
Artigo 4º

 
Posse
1 - Qualquer pessoa que possua um animal de companhia ou que tenha aceitado ocupar-se dele deve ser responsável pela sua saúde e pelo seu bem-estar. 2 - Qualquer pessoa que possua um animal de companhia ou que dele se ocupe deve proporcionar-lhe instalações, cuidados e atenção que tenham em conta as suas necessidades ecológicas, em conformidade com a sua espécie e raça, e, nomeadamente:
a) Fornecer-lhe, em quantidade suficiente, a alimentação e a água adequadas; b) Dar-lhe possibilidades de exercício adequado; c) Tomar todas as medidas razoáveis para não o deixar fugir. 3 - Um animal não deve ser possuído como animal de companhia se: a) As condições referidas no anterior nº 2 não forem preenchidas; ou b) Embora essas condições se encontrem preenchidas, o animal não possa adaptar-se ao cativeiro.
 

 
Artigo 5º

 
Reprodução
Qualquer pessoa que seleccione um animal de companhia para a reprodução deve ter em conta as características anatómicas, fisiológicas e de comportamento que possam pôr em perigo a saúde ou o bem-estar da cria ou da fêmea.
 

 
Artigo 6º

 
Limite de idade para a aquisição
Nenhum animal de companhia deve ser vendido a pessoas com menos de 16 anos sem o consentimento expresso dos pais ou de outras pessoas que exerçam o poder paternal.
 

 
Artigo 7º

 
Treino
Nenhum animal de companhia deve ser treinado de modo prejudicial para a sua saúde ou o seu bem-estar, nomeadamente forçando-o a exceder as suas capacidades ou força naturais ou utilizando meios artificiais que provoquem ferimentos ou dor, sofrimento ou angústia inúteis.
 

 
Artigo 8º

 
Comércio, criação e manutenção a título comercial, abrigos para animais
1 - Qualquer pessoa que, no momento da entrada em vigor da Convenção, se dedique ao comércio ou, a título comercial, à criação ou à manutenção de animais de companhia ou que dirija um abrigo para animais deve, num prazo apropriado, a determinar por cada uma das Partes, declará-lo à autoridade competente. Qualquer pessoa que tencione dedicar-se a uma destas actividades deve declarar esta intenção à autoridade competente. 2 - Esta declaração deve indicar:
a) As espécies de animais de companhia que são ou serão envolvidas; b) A pessoa responsável e os seus conhecimentos; c) Uma descrição das instalações e equipamentos que são ou serão utilizados.
3 - As actividades acima referidas apenas podem ser exercidos desde que:
a) A pessoa responsável possua os conhecimentos e a aptidão necessários ao exercício desta actividade, quer devido a formação profissional, quer a experiência suficiente com animais de companhia; b) As instalações e os equipamentos utilizados para a actividade satisfaçam as exigências indicadas no artigo 4º.
4 - Com base na declaração feita de acordo com o disposto no nº1, a autoridade competente deve determinar se as condições referidas no nº3 se encontram ou não preenchidas. No caso de não estarem preenchidas de modo satisfatório, a autoridade competente deve recomendar medidas e, se tal for necessário para a protecção dos animais, proibir o início ou a continuação da actividade. 5 - A autoridade competente deve, em conformidade com a legislação nacional, controlar se as condições acima referidas se encontram ou não preenchidas.
 

 
Artigo 9º

 
Publicidade, espectáculos, exposições competições e manifestações similares
1 - Os animais de companhia não podem ser utilizados em publicidade, espectáculos, exposições, competições ou manifestações similares, excepto se:
a) O organizador tiver criado as condições necessárias para que esses animais sejam tratados de acordo com as exigências do artigo 4º, nº2; b) A sua saúde e bem-estar não forem postos em perigo.
2 - Nenhuma substância deve ser administrada a um animal de companhia, nenhum tratamento deve ser-lhe aplicado, nem nenhum processo deve ser utilizado a fim de aumentar ou de diminuir o nível natural das suas capacidades:
a) No decurso de competições; ou b) Em qualquer outro momento, se tal puder constituir um risco para a saúde ou para o bem-estar desse animal.
 

 
Artigo 10º

 
Intervenções cirúrgicas
1 - As intervenções cirúrgicas destinadas a modificar a aparência de um animal de companhia ou para outros fins não curativos devem ser proibidas e, em especial:
a) O corte da cauda; b) O corte das orelhas; c) A secção das cordas vocais; d) A ablação das unhas e dos dentes.
2 - Apenas podem ser autorizadas excepções a estas proibições:
a) Se um veterinário considerar necessária uma intervenção não curativa, quer por razões de medicina veterinária, quer no interesse de um dado animal; b) Para impedir a reprodução.
3 - a) As intervenções no decurso das quais o animal sofrerá ou poderá sofrer dores consideráveis apenas devem ser efectuadas sob anestesia e por um veterinário ou sob o seu controlo. c) As intervenções que não necessitem de anestesia podem ser efectuadas por uma pessoa competente nos termos da legislação nacional.
 

 
Artigo 11º

 
Abate
1 - Apenas um veterinário ou outra pessoa competente pode abater um animal de companhia, excepto em caso de urgência para pôr fim ao sofrimento de um animal e sempre que a assistência de um veterinário ou de outra pessoa competente não possa ser obtida rapidamente ou em qualquer outro caso de urgência previsto pela legislação nacional. O abate deve ser efectuado com o mínimo de sofrimento psíquico e moral, tendo em conta as circunstâncias. O método escolhido, excepto em caso de urgência, deve:
a) Quer provocar uma perda de consciência imediata, seguida da morte;

 
b) Quer começar pela administração de uma anestesia geral profunda, seguida de um processo que causará morte certa. A pessoa responsável pelo abate deve certificar-se de que o animal está morto antes da eliminação da sua carcaça.

 
2 - São proibidos os seguintes métodos de abate:
a) Afogamento e outros métodos de asfixia, se não produzirem os efeitos referidos no nº1, alínea b);

 
b) Utilização de qualquer veneno ou droga cuja dosagem e aplicação não possam ser controladas de modo a obter os efeitos referidos no nº1;

 
c) Electrocussão, a menos que seja precedida da perda imediata de consciência.
 

 
CAPÍTULO III

 
Medidas complementares relativas aos animais vadios

 
Artigo 12º

 
Redução do número de animais vadios
Sempre que uma Parte considere que o número de animais vadios constitui, para essa Parte, um problema, deve tomar as medidas legislativas e ou administrativas necessárias para reduzir o seu número através de métodos que não causem dor, sofrimento ou angústia evitáveis. a) Tais medidas devem implicar que:
i) Se esses animais forem capturados, isso seja feito com um mínimo de sofrimento físico e moral, tendo em conta a natureza do animal; ii) Quando animais capturados forem retidos ou mortos, isso seja feito em conformidade com os princípios constantes da presente Convenção.
b) As Partes comprometem-se a providenciar:
i) A identificação permanente dos cães e dos gatos por meios apropriados que apenas provoquem dor, sofrimento ou angústia ligeiros ou passageiros, tais como a tatuagem, bem como a inscrição dos números num registo, acompanhada dos nomes e moradas dos proprietários; ii) A redução da reprodução não planificada dos cães e dos gatos, encorajando a sua esterilização; iii) O encorajamento da pessoa que tenha encontrado um cão ou um gato vadio a comunicar tal facto à autoridade competente.
 

 
Artigo 13º

 
Excepções para a captura, detenção e abate
As excepções aos princípios constantes da presente Convenção relativamente à captura, detenção e abate dos animais vadios não devem ser permitidas, excepto quando forem inevitáveis no âmbito de programas governamentais de controlo de doenças.
 

 
CAPÍTULO IV

 
Informação e educação

 
Artigo 14º

 
Programas de informação e de educação
As Partes comprometem-se a encorajar o desenvolvimento de programas de informação e de educação para promover, entre as organizações e indivíduos envolvidos na posse, criação, treino, comércio e manutenção de animais de companhia, a tomada de consciência e o conhecimento das disposições e princípios da presente Convenção. Nesses programas, deve ser chamada a atenção, nomeadamente, para os seguintes pontos: a) O treino de animais de companhia para fins comerciais ou de competição ser feito por pessoas com os conhecimentos e a competência adequados; b) A necessidade de desencorajar:
i) A oferta de animais de companhia a pessoas com menos de 16 anos sem o consentimento expresso dos pais ou de outras pessoas que exerçam o poder paternal; ii) A oferta de animais de companhia como prémios, recompensas ou bónus; iii) A reprodução não planificada dos animais de companhia;
c) As eventuais consequências negativas, para a saúde e bem-estar dos animais selvagens, da sua aquisição ou utilização como animais de companhia; d) Os riscos resultantes da aquisição irresponsável de animais de companhia que conduza a um aumento do número de animais não desejados e abandonados.
 

 
CAPÍTULO V

 
Consultas multilaterais

 
Artigo 15º

 
Consultas multilaterais
1 - As Partes procedem, num prazo de cinco anos após a entrada em vigor da presente Convenção, e, posteriormente, de cinco em cinco anos, e, de qualquer modo, sempre que uma maioria dos representantes das Partes o solicite, a consultas multilaterais no seio do Conselho da Europa para examinar a aplicação da Convenção, bem como a oportunidade da sua revisão ou de um alargamento de algumas das suas disposições. Estas consultas terão lugar no decurso de reuniões convocadas pelo Secretário-Geral do Conselho da Europa. 2 - As Partes têm o direito de designar um representante para participar nestas consultas. Qualquer Estado membro do Conselho da Europa que não é Parte na Convenção tem o direito de se fazer representar nestas consultas por um observador. 3 - Após cada consulta, as Partes submetem ao Comité de Ministros do Conselho da Europa um relatório sobre a consulta e sobre o funcionamento da Convenção, nele incluindo, caso o considerem necessário, propostas tendentes à alteração dos artigos 15º a 23º da Convenção. 4 - Sob reserva das disposições da presente Convenção, as Partes estabelecem o regulamento interno das consultas.
 

 
CAPÍTULO VI

 
Alterações

 

1 - Qualquer alteração aos artigos 1º a 14º, proposta por uma Parte ou pelo Comité de Ministros, é comunicado ao Secretário-Geral do Conselho da Europa e transmitida, por seu intermédio, aos, Estados membros do Conselho da Europa, a qualquer Parte e a qualquer Estado convidado a aderir à Convenção de acordo com o disposto no artigo 19º. 2 - Qualquer alteração proposta em conformidade com o disposto no número anterior é examinada, nunca antes de dois meses após a data da sua transmissão pelo Secretário-Geral, numa consulta multilateral onde essa alteração pode ser adoptada por uma maioria de dois terços das Partes. O texto adoptado é comunicado às Partes. 3 - No termo de um prazo de 12 meses após a sua adopção numa consulta multilateral, qualquer alteração entra em vigor, a menos que uma das Partes tenha notificado objecções.
 

 
CAPÍTULO VII

 
Disposições finais

 
Artigo 17º

 
Assinatura, ratificação, aceitação, aprovação
A presente Convenção está aberta à assinatura dos Estados membros do Conselho da Europa. Será submetida a ratificação, aceitação ou aprovação. Os instrumentos de ratificação, de aceitação ou de aprovação serão depositados junto do Secretário-Geral do Conselho da Europa.
 

 
Artigo 18º

 
Entrada em vigor
1 - A presente Convenção entrará em vigor no primeiro dia do mês seguinte ao termo de um prazo de seis meses após a data em que quatro Estados membros do Conselho da Europa tiverem expressado o seu consentimento em ficarem vinculados pela Convenção em conformidade com as disposições do artigo 17º 2 - Para qualquer Estado membro que expresse posteriormente o seu consentimento em ficar vinculado pela Convenção, es ta entrará em vigor no primeiro dia do mês seguinte ao termo de um prazo de seis meses após a data do depósito do instrumento de ratificação, de aceitação ou de aprovação.
 

 
Artigo 19º

 
Adesão de Estados não membros
1 - Após a entrada em vigor da presente Convenção, o Comité de Ministros do Conselho da Europa poderá convidar qualquer Estado não membro do Conselho da Europa a aderir à presente Convenção por decisão tomada pela maioria prevista no artigo 20.1, alínea d), do Estatuto do Conselho da Europa e por unanimidade dos representantes dos Estados Contratantes com direito de assento no Comité de Ministros. 2 - Para qualquer Estado aderente, a Convenção entrará em vigor no primeiro dia do mês seguinte ao termo de um prazo de seis meses após a data de depósito do instrumento de adesão junto do Secretário-Geral do Conselho da Europa.
 

 
Artigo 20º

 
Cláusula territorial
1 - Qualquer Estado pode, no momento da assinatura ou no momento do depósito do seu instrumento de ratificação, de aceitação, de aprovação ou de adesão, designar o território ou os territórios aos quais se aplicará a presente Convenção. 2 - Qualquer Parte pode, em qualquer momento posterior, mediante declaração dirigida ao Secretário-Geral do Conselho da Europa, alargar a aplicação da presente Convençao a qualquer outro território designado na declaração. A Convenção entrará em vigor relativamente a esse território no primeiro dia do mês seguinte ao termo de um prazo de seis meses após a data de recepção da declaração pelo Secretário-Geral. 3 - Qualquer declaração feita nos termos dos dois números anteriores pode ser retirada, relativamente a qual quer território nela designado, mediante notificação dirigida ao Secretário-Geral. A retirada produzirá efeito no primeiro dia do mês seguinte ao termo de um prazo de seis meses após a data de recepção da notificação pelo Secretário-Geral.
 

 
Artigo 21º

 
Reservas
1 - Qualquer Estado pode, no momento da assinatura ou no momento do depósito do seu instrumento de ratificação, de aceitação, de aprovação ou de adesão, declarar que faz uso de uma ou várias reservas relativamente ao artigo 6.1 e à alínea a) do n.I 1 do artigo 10.' Nenhuma outra reserva pode ser feita. 2 - Qualquer Parte que tenha formulado uma reserva nos termos do número anterior pode retirá-la, no todo ou em parte, mediante notificação dirigida ao Secretário-Geral do Conselho da Europa. A retirada produzirá efeito na data de recepção da notificação pelo Secretário-Geral. 3 - A Parte que tenha formulado uma reserva relativamente a uma disposição da presente Convenção não pode exigir a aplicação dessa disposição por uma outra Parte; pode, contudo, se a reserva for parcial ou condicional, exigir a aplicação dessa disposição na medida em que ela própria a tenha aceitado.
 

 
Artigo 22º

 
Denúncia
1 - Qualquer Parte pode, em qualquer momento, denunciar a presente Convenção mediante notificação dirigida ao Secretário-Geral do Conselho da Europa. 2 - A denúncia produzirá efeito no primeiro dia do mês seguinte ao termo de um prazo de seis meses após a data de recepção da notificação pelo Secretário-Geral.
 

 
Artigo 23º

 
Notificações
O Secretário-Geral do Conselho da Europa notificará os Estados membros do Conselho e qualquer Estado que tenha aderido à presente Convenção ou que tenha sido convidado a fazê-lo:
a) De qualquer assinatura;

 
b) Do depósito de qualquer instrumento de ratificação, de aceitação, de aprovação ou de adesão; c) De qualquer data de entrada em vigor da presente Convenção em conformidade com os artigos 18º, 19º e 20º;

 
d) De qualquer outro acto, notificação ou comunicação relacionados com a presente Convenção.
 

 
Em fé do que os abaixo assinados, devidamente autorizados para o efeito, assinaram a presente Convenção. Feito em Estrasburgo, a 13 de Novembro de 1987, em francês e em inglês, fazendo os dois textos igualmente fé, num único exemplar, que será depositado nos arquivos do Conselho da Europa. O Secretário-Geral do Conselho da Europa enviará uma cópia autenticada a cada um dos Estados membros do Conselho da Europa e a qualquer Estado convidado a aderir à presente Convenção. Rombaut van Crombrugge.Erling V. Quaade, Nicolaos Diamantopoulos,Paolo Massimo Antici,Paul Faber Vincent Bruyns,Roald Knoph, Luís Octávio Roma de Albuquerque.

28
Nov 06
Algures sobre a Penísula Ibérica, Setembro de 2006


No dia 7 de Setembro, enquanto um avião me levava a caminho de Portugal, foi esta a Lua que ao anoitecer brilhava sobre a Península Ibérica, dando uma luz especial ao meu regresso, temporário, a casa.

publicado por fpg às 21:37

18
Ago 06

Amanhã, 19 de Agosto (porque é o 3o. Sábado do mês), celebra-se o "Dia Nacional dos Animais Sem-Abrigo", criado nos EUA.
Por coincidência, resolvemos fazer um dia de adopção para tentarmos encontrar famílias para alguns dos nossos cães, caso contrário não poderemos continuar a receber novos necessitados.
Este, o Brushy, com outros 5, foi salvo um dia antes de sair do corredor da morte para a ponta da injecção letal.
Parece mentira, não é?
publicado por fpg às 15:04


O meu "porta-chaves", o bebé velhinho da dona, faz 15 anos.
Fui buscá-lo no dia do Portugal-Holanda (Euro 2004), e fiquei chocada com aquela coisa eléctrica e estridente, parecida com um morcego a pilhas...
Todo rapado, com umas orelhas a competirem com as do Dumbo, não correspondia de todo à imagem que eu idealizara. E aquele frenesim todo!
À noite tentei arranjar-lhe donos, entre os que se juntaram na Torre para verem o jogo...
Ninguém me inspirou a confiança suficiente para tomar conta de um cão com quase 13 anos, que acabava de perder a 3a. família porque vinha aí um bebé e alguém achava que os cães podem provocar abortos!...
Ao fim de uma semana já não conseguia pensar em desfazer-me dele; e assim surgiu o 6. elemento da "matilha amestrada".
Tenho medo e não quero que este seja o último aniversário que passa comigo, apesar de já não ver bem e de estar muito mouco; adora passear de carro, mimos e massagens, esfregar-se nos lençóis e perceber que o estamos a desafiar para brincar. Espero que continue saudável e com vitalidade como até aqui.
E que me acompanhe no dia em que eu voltar para Portugal.
publicado por fpg às 14:37

04
Jul 06
Macau, Maio 2006

Hoje de manhã salvei um passarinho verde, minúsculo, dos que os chineses levam em gaiolas para o Jardim Camões!
Estava no muro do meu jardim, com ar de quem não se sentia muito bem; quando tentei apanhá-lo voou para dentro do jardim e lá andei, não sei quanto tempo, de rabo para o ar à procura dele entre os galhos dos vários arbustos e pequenas árvores, certa de que estava por ali... Afinal pousara simplesmente num galho que ficava à altura dos nossos olhos, enquanto eu e a minha empregada procurávamos com afinco nos mais escondidos!
Tinha os olhos cobertos com crostas (um ligeiramente aberto); levei-o para casa...
E a gripe das galinhas?
Estão sempre a publicitar que não devemos agarrar pássaros selvagens e muito menos doentes! Se os veterinários se recusarem a tratá-lo o que faço? Tratamento caseiro! "A necessidade aguça o engenho"... água morna para amolecer as crostas e figas para que a inflamação não tivesse provocado danos irreversíveis. Como já estava(mais uma vez)atrasada pedi à minha empregada que tomasse conta dele.
Quando telefonei para saber o que se passava, já tinha ido à sua vida para a árvore grande ao lado de minha casa...
Depois do ninho vazio, uma história com final feliz!

28
Abr 06
Zhongdien, Abril 2006

Há segredos que não se desvendam.
Segredos que sabemos não com o cérebro mas com os sentidos.
Segredos que estão em nós e que só alguém pressente.

David Mourão Ferreira
publicado por fpg às 15:20

21
Abr 06
Macau, 2004


Por vezes a mentira exprime melhor do que a verdade aquilo que se passa na alma.
Maximo Gorki
publicado por fpg às 10:45

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