DO SENTIDO DADO AOS PASSOS, AOS PASSOS QUE NOS CONSENTIMOS DAR... JAMAIS OS MESMOS DEPOIS DE TRILHAR O DESERTO BRANCO

25
Nov 08

Chegar a Bodrum cerca de 24 horas depois do jogo Portugal-Turquia parecia, no mínimo, embaraçoso.

Eu estava feliz por voltar a um país que, em 2001, me encantara e onde ainda sei que hei-de voltar mais vezes.

O dia foi inesquecível. Por variadíssimas razões

A cidade é lindíssima, apesar de excessivamente turística, os habitantes hospitaleiros e apesar do beicinho que muitos faziam aos saberem-nos portugueses, desejaram-nos boa sorte para o resto do campeonato e ainda me ofereceram presentes num supermercado por ser portuguesa.

Também deu para assistir a uma casamento de conveniência, no restaurante onde almoçámos (eu como andava às mércolas perdi o espectáculo e não pude fazer photos), entre uma sueca e um dos empregados que nos serviu (nenhum de nós conseguiu perceber muito bem a causa da conveniência, mas parece que foi mesmo uma aposta da noiva).

Um dos nossos, já não me lembro quem, ainda serviu de testemunha e leu a papelada toda: ela tinha 42 anos e ele (acho que) 26.

Quando voltei já estavam casados e na parte dos abraços, beijos e fotografias.

O noivo "penso eu de que" deve ter recebido bom dinheiro mas não fazia esforço nenhum para disfarçar o ar de frete; só de m'alembrar sobe-me cá uma depressão!

Algo muito surrealista e, de preferência, a evitar, coisa mais desenxabida...

À noite, quando íamos a caminho do barco, por volta das onze e tal ele andava no ailô com os amigos...

Bodrum é também uma cidade com um rico passado histórico; adorei as horas que passei no castelo.

Em termos de compras e restaurantes a dificuldade é... escolher.

 

 

 


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